O Rappa & Canudos

Atualizando o link, para que todos assistam, o clipe do Rappa que faz referência direta à Guerra de Canudos, da música “Súplica Cearense”:

http://mtv.uol.com.br/rappa/7vezes

Filme Imperdível

“TER UMA IDÉIA PARA MUDAR O MUNDO – E COLOCÁ-LA EM PRÁTICA
[ proposta de trabalho apresentada no primeiro dia de aula pelo professor ]

Professor: Alguma pergunta?

Aluno: E o que o senhor faz para mudar o mundo?

Professor: Bem, eu tenho uma boa noite de sono, tomo um bom café da manhã, venho para a escola, chego na hora, e aí passo a bola para vocês…”

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Esse é um trecho do excelente filme “Corrente do Bem”, que eu sempre recomendo a meus alunos que assistam, vale muito a pena, e esse sábado, depois de um ótimo debate que rolou com o pessoal do Universitário de Cachoeirinha, um aluno (valeu Érison) me enviou um link para baixar, que divulgo aqui:

http://www.megaupload.com/?d=AKBQFV44

Ah, os franceses…

Asterix e Obelix são personagens de histórias em quadrinhos que foram criados em 1959, representando a eterna vontade dos franceses de contarem sua história exaltando a resistência contra os invasores, no caso uma aldeia gaulesa que resiste eternamente contra o domínio romano. Não foi bem assim, a conquista da Gália pelos romanos não é conhecida como um evento de grandes dificuldades, e a aldeia gaulesa invencível nunca existiu, mas enfim, a história é engraçada, inteligente e bem desenhada, li muito na infância, até hoje acho legal, e seus livros já venderam cerca de 325 milhões de cópias pelo mundo. Já caiu até no vestibular da UFRGS uma questão utilizando uma tirinha dos personagens, vale a pena todos lerem, pode encontrar em qualquer sebo ou livraria.

Outro exemplo de exaltação da resistência contra o invasor, que não se aplica a realidade quando se estuda a história a fundo, é a Segunda Guerra Mundial, e a dominação nazista sobre a França. Historiadores franceses sempre buscaram exaltar a atuação da resistência francesa contra o invasor alemão, mas na prática a “República Colaboracionista de Vichy”, quase metade da França que apoiou o nazismo, demonstra que não passa de mais uma tentativa de construção de uma imagem gloriosa, mas fantasiosa.

Agora a briga dos franceses é contra a Rede McDonald’s, que utilizou os personagens Asterix e Obelix para fazer propaganda de sua marca, usando um “ícone” dos franceses, para divulgar o “novo invasor”, o que tem gerado reações de fúria. Não é a primeira vez que o McDonald’s é alvo do sentimento anti-americano na França, pois este é encarado por muitos como símbolo da ameaça à cultura e culinária francesas imposta pela globalização e a fast food. Em 1999, manifestantes contra a globalização liderados por José Bové destruíram um restaurante do McDonald’s no sudoeste da França e despejaram o entulho do lado de fora da prefeitura da cidade. Veremos que repercussão essa campanha terá agora…

Veja o cartaz que gerou a polêmica, da campanha “Venha como você for”, e tire suas conclusões:

asterix-mcdonalds-550

Infelizmente, diz tudo!

“O Brasil não tem povo,

tem público”

(Lima Barreto)

Brasil e Irã, mais um capítulo…

Lula assina ‘contrariado’ decreto com sanções ao Irã, diz Amorim

 

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta terça-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou “contrariado” o decreto que regulamenta uma nova rodada de sanções econômicas contra o Irã, aprovada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas em junho.

“O Brasil faz isso contrariado, porque votamos contra esta resolução”, disse o ministro Amorim, logo depois de participar de uma reunião ministerial com o presidente Lula.

“Não acreditamos que (a medida) contribua para resolver o problema do programa nuclear iraniano”, acrescentou.

Brasil e Turquia, que participam como membros não permanentes do Conselho de Segurança da ONU, votaram contra a aplicação das sanções. A medida foi defendida principalmente pelos Estados Unidos, com o apoio de outras potências que integram o Conselho.

As sanções foram aprovadas com o argumento de que o Irã estaria desenvolvendo um programa nuclear com fins militares.

Entre as medidas está a proibição da venda de várias categorias de armamentos pesados ao Irã, inclusive helicópteros de ataque, mísseis e navios de guerra.

Além disso, a resolução pede que todos os países inspecionem, em portos e aeroportos dentro de seus territórios, cargas suspeitas de conter itens proibidos a caminho do Irã ou vindos do país.

Multilateralismo

Mesmo tendo sido voto vencido, o Brasil irá adotar as penalidades contra Teerã por “ser fiel ao multilateralismo”, segundo Amorim.

“O presidente Lula assinou o decreto porque o presidente Lula tem a tradição de cumprir com as resoluções do Conselho de Segurança, mesmo quando não concorde com elas, por ser fiel ao multilateralismo e por ser contra decisões unilaterais”, disse o ministro.

As sanções foram aprovadas pelo Conselho de Segurança da ONU menos de um mês depois de Brasil e Turquia terem intermediado uma proposta de acordo com o Irã a respeito de seu programa nuclear.

Naquela semana, em uma entrevista à BBC Brasil, Amorim disse ter ficado “desapontado” com a reação dos Estados Unidos e outros membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, referindo-se ao fato de terem ignorado a tentativa de acordo entre Brasil, Turquia e Irã.

Fonte: BBC Brasil

Mais ENEM…

Licitação para impressão do Enem 2010 é suspensa pela Justiça

Brasília – A licitação para escolher a gráfica que vai imprimir as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010 foi suspensa por decisão judicial. A Gráfica Plural, que apresentou o melhor preço no pregão eletrônico, foi inabilitada pelo Ministério da Educação (MEC) e por isso recorreu à Justiça Federal em Brasília, que suspendeu o processo.

A Gráfica Plural foi responsável pela impressão do exame no ano passado. Foi de lá que os cadernos de prova foram roubados às vésperas da aplicação do Enem, causando o adiamento da prova. O MEC afirmou que a empresa não atende aos critérios de segurança exigidos no edital de 2010 .

A Justiça solicitou informações ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) sobre a licitação. O órgão informou, em nota, que deve encaminhar os esclarecimentos nos “próximos dias”. O instituto disse ainda que a suspensão do processo não atrasa o cronograma para a realização da prova, que “está sendo cumprido”.

Fonte: Agência Brasil

Seguem as patuscadas do MEC

A desmoralização do Enem

Os fatos não confirmam as repetidas declarações do presidente Lula de que o ministro da Educação, Fernando Haddad, é um dos mais competentes membros de sua equipe. O vazamento dos dados pessoais de 12 milhões de alunos que se submeteram às três últimas edições do Enem é mais uma confirmação de que pouca coisa funciona bem na área de educação. Informações que deveriam ser mantidas em sigilo foram expostas no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) com acesso livre.

Trata-se de falha grave. Em primeiro lugar, porque resultou no desrespeito ao direito à inviolabilidade de informações pessoais previsto pela Constituição, no capítulo das garantias fundamentais, e em uma violação das leis que disciplinam a segurança no processamento de dados pessoais em órgãos públicos. E, em segundo lugar, porque o episódio expõe os alunos a investidas de criminosos, uma vez que os dados vazados constituem um verdadeiro maná de informações para estelionatários e até sequestradores. Com o CPF, o RG e os nomes dos pais de uma pessoa é possível a prática de uma série de delitos – da confecção de documentos falsos à abertura de empresas fictícias e contas bancárias. “O criminoso comete os crimes, mas consegue ficar com o nome limpo, enquanto o estudante que prestou o Enem pode ficar com o nome sujo”, diz o delegado Eduardo Gobetti, do Deic.

Como o regulamento do Enem é taxativo, comprometendo-se a resguardar o sigilo das informações sobre os candidatos, o vazamento é a pá de cal na desmoralização daquele que já foi um dos mais respeitados mecanismos de avaliação escolar do País. Decorrentes da inépcia do MEC, os primeiros problemas do Enem começaram em 2009, com as dificuldades enfrentadas pelos candidatos para se inscrever pela internet no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que permite usar as notas do exame no vestibular das universidades federais.

Em seguida, houve o vazamento da prova dois dias antes de sua realização, que obrigou o MEC a elaborar um novo teste, a um custo de R$ 30 milhões, e desorganizou o calendário das universidades. Quando o teste foi finalmente realizado, o MEC divulgou o gabarito errado. Na fase de matrículas, o Sisu falhou mais uma vez e o MEC não conseguiu distribuir as vagas das universidades federais com transparência, a ponto de ter matriculado quem não tinha média. O Sisu também não publicou a nota de vários alunos que fizeram o teste. Para usá-la no vestibular, eles tiveram de recorrer à Justiça. Por fim, foram identificadas falhas na correção das provas, a ponto de um estudante que fez uma redação de somente quatro linhas ter tirado uma nota boa.

Por causa da série de confusões provocadas pela incompetência do MEC, o Enem de 2009 teve uma abstenção de 40% dos inscritos – a maior já registrada desde sua criação, em 1998. Com o vazamento dos dados pessoais dos candidatos dos três últimos exames, o Enem perdeu a pouca credibilidade que ainda lhe restava. Acuado, Haddad, que já devia ter investido há muito tempo na modernização do sistema de informática do MEC, anunciou uma auditoria no Inep. A atual diretoria do órgão está no cargo há alguns meses, pois a anterior foi demitida depois do fiasco do Enem de 2009.

A desorganização do Enem é apenas um dos aspectos do fracasso do governo Lula no campo da educação. Esse governo teve oito anos para tentar melhorar a qualidade do ensino fundamental e médio e fracassou. O MEC também perdeu tempo com a demagogia da democratização do ensino superior e expandiu as universidade federais com base em critérios mais políticos do que técnicos.

Recentemente, sob a justificativa de estimular os programas de serviços à comunidade e evitar que o próximo governo “acabe” (sic) com o Programa de Educação Tutorial (PET), que tem por objetivo qualificar os melhores alunos da graduação, o MEC baixou duas portarias que o desfiguram inteiramente. Interpelado duramente por professores e alunos durante a reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Natal, Haddad prometeu rediscutir as mudanças e revogar as portarias.

Fonte: O Estado de São Paulo

Esqueça o que você aprendeu sobre Expansão Marítima…

Rompendo a visão eurocêntrica ensinada nas salas de aula do Ocidente, novos estudos mostram que os grandes navegadores na verdade foram os chineses, que teriam realizado a primeira viagem de circunavegação mundial já em 1421…

Dêem uma olhada, vale a pena:

http://oglobo.globo.com/servicos/pop_infografico.asp?p=/mundo/info/china/default.swf&l=730&a=564

Ah, ele rouba mas faz…

Ficha Limpa provoca impugnação de Paulo Maluf

A Procuradoria Eleitoral de São Paulo vai impugnar o pedido de registro de candidatura do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) com base na Lei da Ficha Limpa.

O principal fundamento para considerar Maluf “ficha-suja” é a condenação do deputado pela suposta participação em um esquema para superfaturar uma compra de frangos da Prefeitura de São Paulo. O ex-prefeito da capital foi condenado pelo TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo em abril deste ano.

A definição sobre a impugnação da candidatura ocorreu ontem, após o TJ rejeitar um recurso de Maluf contra a condenação nesse caso.

Além dessa punição, a Procuradoria está buscando outros processos nos quais Maluf é parte, inclusive na Justiça Eleitoral, para tornar ainda mais robusta a impugnação contra o congressista.

O prazo para apresentar a ação contra a candidatura de Maluf termina amanhã.

A impugnação será julgada pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo, que tem até o dia 5 de agosto para decidir o caso. Se a ação for julgada procedente, ele ainda poderá recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ao STF (Supremo Tribunal Federal).

A eventual impugnação de Maluf pode comprometer a formação da bancada do PP na Câmara dos Deputados, uma vez que ele é o maior “puxador de votos” da legenda no Estado. Nas eleições de 2006 ele foi o deputado federal mais votado do país, com cerca de 740 mil votos.

No recurso julgado ontem pelo TJ, a defesa do deputado alegou que o cálculo dos supostos prejuízos decorrentes da compra dos frangos está incorreto, e a operação não causou danos ao município.

Porém os desembargadores da 7ª Câmara Direito Público do TJ-SP julgaram que a defesa de Maluf utilizou um tipo de recurso –tecnicamente chamado embargos de declaração– inapropriado para a apresentação desse tipo de alegação.

Por unanimidade, eles rejeitaram o recurso do deputado sem analisar os argumentos da tese da defesa.

O advogado de Maluf, Eduardo Nobre, afirmou ontem que o congressista ainda tem direito a outro tipo de recurso ao próprio TJ, intitulado embargos infringentes, e espera que o tribunal reverta a condenação de seu cliente.

Além de alegar que ex-prefeito de São Paulo não cometeu irregularidades na operação da compra dos frangos, Nobre diz que Maluf não pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa porque no caso não está provado que houve dolo (intenção de cometer o delito) e enriquecimento ilícito do deputado.

Fonte: http://www.folha.uol.com.br/

Israel e o Regime do Apartheid

LIVRO REVELA QUE ISRAEL FORNECEU ARMAS NUCLEARES PARA O REGIME DO APARTHEID DA ÁFRICA DO SUL

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O lançamento do Livro “The Unspoken Alliance”, escrito por Sasha Polakow-Suransky, pode ser considerado uma verdadeira bomba, cujos estilhaços atingirão seriamente a imagem dos E.U.A. e de Israel. Ao revelar, com provas irrefutáveis, que Israel negociou a venda de Armas Nucleares para o regime do Apartheid da África do Sul, nos anos 1970, justamente num momento em que Washington desencadeia uma campanha agressiva para aumentar as sanções contra o Irã devido ao seu programa nuclear, as revelações de Suranski , no mínimo, causarão sérios embaraços para as ambições imperialistas norte-americanas.

Sasha Polakow-Suransk demonstra, em sua obra, que o estado sionista vendeu essas armas a um regime pária que tinha desferido vários ataques militares contra seus vizinhos, enquanto travava incessante opressão e violência do Estado racista contra a sua própria população de maioria negra.

Entre as provas da expansão nuclear de Israel,o autor publicou um pedido formal do regime de apartheid sul-africano de fornecimento de mísseis nucleares equipados e as atas das reuniões realizadas em 1975, em que o então ministro da defesa israelita (agora presidente de Israel), Shimon Peres, negociou com o seu homólogo sul-africano, a PW Botha,os termos de tal venda. Essas atas, que estão assinadas por Peres, inclui suas declarações indicando que Israel estava preparado para vender para Pretoria seus mísseis Jericó e as ogivas de “três dimensões”, ou seja convencional, biológica e nuclear.

Em seu livro, Suransk, escreve que Israel continuou a servir como suporte para o regime do apartheid e que colaborou intimamente em programas de armas nucleares, testes de mísseis Jericó, na África do Sul, fornecendo material de armas nucleares e, aparentemente, a realizou pelo menos um teste comum de uma arma nuclear em 1979, no Oceano Índico, em flagrante violação dos tratados internacionais.

Segundo o autor, Israel tentou, sem sucesso, pressionar o atual governo da África do Sul para que desclassificasse os documentos que tinham sido declarados como segredo entre Tel Aviv e Pretória.O governo israelense e seus apoiadores se esforçaram para evitar, durante décadas, para que ninguém chamasse atenção para as semelhanças óbvias entre as condições impostas aos palestinos vivendo sob ocupação na Cisjordânia e Gaza e o sistema de apartheid da África do Sul como anti-semita. Mas o livro demonstra o que muitos já perceberam:as semelhanças evidentes entre os dois regimes e sua mútua colaboração.

No livro há também uma mensagem diplomática enviada pelo atual presidente de Israel, Shimon Peres, à Pretória depois de uma visita secreta à capital sul-africana, em 1974, onde ele propõe uma aliança entre os dois regime, dizendo que “esta relação é baseada não só em interesses comuns e na determinação de resistir a nossos inimigos, mas também sobre os fundamentos inabaláveis de nosso ódio comum à injustiça…”

Que ódio comum à “injustiça” era esse que Israel compartilhava com o regime de supremacia branca na África do Sul? Este país era governado, na época do apartheid, pelo simpatizante nazista, BJ Vorster que congratulou-se, durante sua visita a Jerusalém em 1976, que havia sido preso na II Guerra Mundial porque apoiou Hitler. Tudo isso deixa claro que houve intensa colaboração entre os dois países e troca de experiências sobre a violência praticada contra os palestinos e a maioria negra.

Falando para uma platéia em Tel Aviv University, o ex-chefe do exército israelense , Rafael Eitan, advertiu que os negros sul-africanos “querem ganhar o controle sobre a maioria branca como os árabes aqui querem ganhar o controle sobre nós. E nós, também, como a minoria branca na África do Sul, devemos agir para impedi-los. ”

Em 1986, um técnico na instalação nuclear israelense, Mordechai Vanunu, vazou para a Sunday Times de Londres informações detalhadas e fotografias de operações secretas de Dimona, confirmando que Israel tinha acumulado um considerável arsenal nuclear. Vanunu foi,posteriormente, seqüestrado pela polícia secreta do Mossad, julgado em segredo e condenado a 18 anos de prisão, ficando por uma década, em confinamento solitário.

Após a publicação dos documentos de Polakow-Suransky, no jornal inglês “The Guardian”, foi noticiado em Israel que Vanunu tinha sido novamente preso , acusado de violação às regras de sua condicional. “Que vergonha Israel … me colocar na prisão após 24 anos por eu ter dito a verdade “, disse Vanunu após sair do tribunal , no domingo passado (23/05)

As provas documentais publicadas no livro de Suransky, não apenas confirmam que Israel acumulou em segredo, com a proteção Washington, armas nucleares, mas também que negociou essas armas com um regime criminoso.

O fato de Israel, o país mais perigoso daterra, possuir armas nucleares e implementar sua proliferação,ignorando as leis internacionais,significa que a Humanidade está em risco.

Beth Monteiro

Fontes: resumo do livro ” A Aliança Secreta de Israel com o Apartheid da África do Sul”, de Sasha Polakow-Suransky por Bill Van Auken

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